Como tratar pé diabético?

2 de dezembro de 2025

Como tratar pé diabético?

O pé diabético é uma das complicações mais sérias do diabetes e requer atenção especializada para evitar consequências graves, como infecções e amputações. 


Ele surge devido à combinação de má circulação e perda de sensibilidade nos pés, o que facilita o aparecimento de feridas e dificulta a cicatrização. 


Por isso, reconhecer os sinais precoces e buscar tratamento adequado é essencial para preservar a saúde e a mobilidade.


O que é o pé diabético e por que ele ocorre?


O pé diabético é uma complicação grave do diabetes.


Ele ocorre principalmente devido à combinação de dois fatores: a neuropatia diabética e a doença arterial periférica.


A neuropatia, que é o dano nos nervos causado pelo excesso de glicose no sangue, reduz a sensibilidade nos pés, fazendo com que a pessoa não perceba pequenos machucados, bolhas ou queimaduras. 


Já a má circulação, provocada pelo estreitamento dos vasos sanguíneos, dificulta a chegada de oxigênio e nutrientes aos tecidos, comprometendo a cicatrização. 


Com isso, pequenas lesões podem evoluir rapidamente para úlceras e infecções graves.


O pé diabético representa uma das principais causas de internação e amputação não traumática no Brasil.


A condição pode ser prevenida em grande parte dos casos com o controle adequado da glicemia e cuidados regulares com os pés.

 

Além disso, hábitos saudáveis, como o uso de calçados adequados e a inspeção diária dos pés, são essenciais para evitar complicações.


Quais sinais indicam o início de um problema nos pés de pessoas com diabetes?


Pessoas com diabetes devem estar atentas aos seguintes sintomas:


  • Formigamento, queimação ou dormência nos pés;
  • Perda parcial ou total da sensibilidade;
  • Pele seca, rachada ou descamando;
  • Alterações na cor ou temperatura dos pés, como regiões mais frias, pálidas ou arroxeadas;
  • Feridas, bolhas ou calos que não cicatrizam facilmente;
  • Presença de secreção, mau cheiro ou inchaço, sinais de infecção;
  • Deformidades nos dedos ou nas unhas, como unhas encravadas ou calosidades persistentes;
  • Dor, mesmo em repouso.


Quais são as principais opções de tratamento para o pé diabético?


O primeiro passo é uma avaliação detalhada da circulação arterial e venosa dos membros inferiores, geralmente feita com exames como o Ecodoppler vascular.


Assim, podemos identificar obstruções ou estreitamentos nos vasos sanguíneos. 


Quando há comprometimento importante do fluxo sanguíneo, podemos indicar procedimentos de revascularização, que podem ser realizados por técnicas endovasculares (como angioplastia e colocação de stent) ou cirúrgicas, dependendo da gravidade do caso.


Além da revascularização, o tratamento inclui o controle rigoroso da glicemia, fundamental para evitar novas lesões e permitir a cicatrização adequada. 


Também podemos orientar quanto ao uso de curativos especiais, que mantêm o ambiente úmido e favorecem a regeneração dos tecidos, e indicar o uso de antibióticos em casos de infecção.



Outro aspecto essencial é a redução da pressão sobre a área afetada, o que pode ser feito com palmilhas, calçados ortopédicos ou dispositivos de descarga.


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Em situações mais graves, quando há necrose extensa ou infecção não controlada, podemos avaliar a necessidade de procedimentos cirúrgicos para remoção do tecido comprometido.


Como tratar pé diabético? O que pode acontecer se não tratarmos o pé diabético corretamente?


A falta de cuidados com o pé diabético permite que pequenas feridas ou calos se transformem em úlceras profundas, que, além de dolorosas, servem como porta de entrada para infecções. 


Essas infecções podem se espalhar para ossos e tecidos mais profundos, provocando necrose e, em casos avançados, levando à necessidade de amputação parcial ou total do membro afetado. 


Além disso, a má circulação e a dificuldade de cicatrização aumentam o risco de infecções generalizadas.


Reforçamos que o tratamento precoce e o acompanhamento contínuo com o médico vascular são fundamentais para evitar essas complicações, preservar a função dos pés e garantir uma boa circulação. 


Então, se você tem diabetes, não espere o problema aparecer.



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